Conheça três estratégias para poupar para a reforma

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SOURCE: http://saldopositivo.cgd.pt/conheca-tres-estrategias-para-poupar-para-reforma/

Poupar para a reforma é obrigatório,se não quer perder qualidade de vida. Conheça três estratégias para alcançar os seus objetivos.

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Conheça três estratégias para poupar para a reforma

A Segurança Social está em crise. Problemas económicos e a crise demográfica que o país enfrenta (reduzida taxa de natalidade e elevada esperança média de vida), fazem com que a reforma a receber quando a altura chegar seja inferior ao último ordenado. Por este motivo, os portugueses têm de fazer bem as contas. Se querem manter o nível de vida a que se habituaram durante a vida ativa, devem começar a poupar o quanto antes. “Dizem-nos os últimos dados que a taxa de substituição de pensões (percentagem da pensão face ao último salário) será no máximo 55%”, explicou João Morais Barbosa, autor de vários livros de finanças pessoais, ao Saldo Positivo. Significa isto que “quem quiser acautelar a sua reforma deverá começar hoje o seu esforço de poupança, para suprir os restantes 45%”, prosseguiu o especialista em finanças pessoais e fundador da Reorganiza.

De uma forma simples: imaginando que o seu último salário é 1.000 euros, se estes dados se mantiverem, a sua reforma será de 550 euros. Para garantir que não perde qualidade de vida, deve assegurar que os restantes 450 euros mensais provenham de uma poupança feita ao longo da vida de trabalho.

Um erro frequentemente cometido é começar apenas a pensar nisso quando os anos da aposentação se aproximam. Neste caso, o mais provável é que não consiga acumular dinheiro suficiente para manter o estilo de vida. Assim, a poupança para a reforma deve iniciar-se assim que começa a trabalhar, para que o esforço mensal seja inferior e, no final, o bolo total possa satisfazer as necessidades.

Além disso, “começar a poupar o quanto antes, vai permitir-lhe ter acesso aos juros compostos, que foram apelidados por Einstein como uma das forças mais poderosas do universo”, prossegue o autor do livro “Manual da Poupança”. Leia o artigo: Cinco erros que arruínam a sua reforma

 

Quanto devo poupar?

É difícil calcular exatamente quanto é que vai precisar para a reforma, mas faça o seguinte exercício: Imagine qual será o valor do seu salário na altura da reforma, aplique a taxa de substituição, e determine uo valor mensal que vai necessitar. Multiplique esse valor mensal por 20 anos (esperança média de vida para mulheres aos 65 anos) e obterá o valor total aproximado do que terá de poupar para a reforma. Na posse deste número, calcule quanto é que terá de poupar por mês para lá chegar. Para que o esforço financeiro seja mais reduzido, deve aplicar o dinheiro poupado e constituir uma carteira de investimentos. Leia o artigo: Como calcular as penalizações nas reformas antecipadas

Por exemplo: Se quiser ter um rendimento mensal de 450 euros na reforma, fruto das suas poupanças, terá de amealhar aproximadamente 100.000 euros. Se não for aplicando o dinheiro, terá de poupar por mês, ao longo de 35 anos, 238 euros por mês – um valor demasiado elevado para a maioria dos agregados familiares. No entanto, se por exemplo, aplicar o dinheiro num produto financeiro com uma taxa bruta mensal de 3%, o esforço mensal baixa para 159,25 euros, de acordo com a simulação feita na calculadora do Todos Contam. Quanto maior for a taxa de juro dos investimentos que realizou e quanto mais cedo começar a poupar, menor será o esforço financeiro necessário para atingir o seu objetivo. Leia o artigo: Sete dicas para se reformar mais cedo

 

Três estratégias de poupança adequadas à sua idade

“Diz-nos a teoria financeira que quanto mais novos são os investidores, maior deverá ser o risco que assumem nas suas carteiras”, explicou João Morais Barbosa. O motivo é simples: quanto maior o risco, maior a probabilidade do investidor sofrer perdas. Porém, se sofrer uma perda enquanto ainda é novo, as probabilidades de recuperar são superiores. Por este motivo, o especialista aconselha reduzir o risco da carteira consoante a idade da reforma se aproxima.

 

Quatro perguntas a fazer  antes de investir:

1.Quais são os seus objetivos e expetativas de retorno?

2. Qual é o horizonte temporal de investimento (quanto tempo falta para a reforma)?

3. Qual é a sua apetência pelo risco?

4. Quais são os seus conhecimentos financeiros?

 

Assim, João Morais Barbosa, sugere três carteiras diferentes – todas com um perfil moderado – consoante a idade os investidores.

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Nota: As carteiras apresentadas são exemplos de como as poupanças podem ser canalizadas para a reforma e não devem ser interpretadas como recomendações de investimento. Os leitores deverão contactar os seus gestores de conta ou consultores financeiros para obterem estratégias de investimento adequadas ao seu perfil.

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