7 FARMACOPEIAS ON-LINE

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Here is only a small part of the article, for more please follow the link

SOURCE:http://www.anfarmag.org.br/ler-comunicado/farmacopeias-on-line

farmacopeia3

 

Os insumos usados nas farmácias magistrais devem ser adquiridos dentro de padrões de qualidade aceitáveis – ou seja, a qualidade determinada pela farmácia dentro de padrões próprios, de forma que o uso dos insumos garanta a qualidade final da preparação magistral.

Sendo assim, a farmácia é a responsável pela definição dos parâmetros de qualidade dos insumos com que trabalha. Eles são, naturalmente, definidos em função dos produtos finais.

É importante que a farmácia estruture uma pasta ou arquivo próprio contemplando todas as especificações de todos os insumos com que trabalha. A organização e a atualização constante dessa pasta permitem segurança e atendimento à legislação vigente, bem como facilita a demonstração para a autoridade sanitária durante inspeções.

As referências de qualidade (parâmetros, especificações) devem estar baseadas em compêndios oficiais (farmacopeias ou outros) ou, ainda, baseadas em metodologias enviadas pelos fornecedores de insumos e preferencialmente validadas.

 

Várias das farmacopeias podem ser acessadas on-line. Embora o acesso eletrônico se dê, em sua maioria, por meio de assinatura com custo para obtenção de direito ao uso, algumas farmacopeias podem ser obtidas gratuitamente.

Abaixo citamos aquelas que, independentemente da gratuidade ou necessidade de pagamento, podem ser obtidas on-line.

1.         U. S. Pharmacopeia

Disponibiliza gratuitamente somente o compêndio The Herbal Medicines Compendium (HCM) pelo link: https://hmc.usp.org/monographs/all

Outras informações poderão ser acessadas nos links:

https://hmc.usp.org/about/about-the-herbal-medicines-compendium

https://hmc.usp.org/faq-page/964

Ainda, a título de conhecimento, seguem outras referências sobre plantas vegetais:

Formulário Fitoterápico Nacional, Brasil, Agência. Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2011. 126p

Diccionario Online de las Plantas Medicinales

American Herbal Pharmacopoeia® (AHP)

Uma nova edição com os padrões de 2014, USP 37–NF 32, foi publicada em 1º de novembro de 2013 (em inglês) e entrou em vigor dia 1º de maio de 2014. Está disponível como assinatura de um ano em versão impressa, online e em pendrive USB.

A.   Versão Impressa: Inclui uma edição principal impressa em quatro volumes e dois suplementos separados. A impressão é feita em papel grosso e durável, para o uso em laboratórios e fábricas. Cada volume contém um sumário e um índice remissivo completo. Enviado com uma embalagem conveniente para fácil acesso e armazenamento.

B.    Versão on line: As assinaturas dão acesso a todas as atualizações publicadas on-line durante os 12 meses após a data de início da assinatura. As funções on-line incluem estruturas químicas visualizáveis para mais de 700 impurezas; perguntas frequentes; funções de busca rápida, favoritos, impressão e de copiar/colar; “Meu USP–NF” uma ferramenta on-line especial que permite salvar buscas e páginas de favoritos; além de PDFs para impressão, pronúncias e estruturas químicas em 3D Disponível por um ano para um ou mais usuários. Consulte o suporte técnico on line.

C.    Versão em pendrive: O formato em pendrive oferece o mesmo conteúdo de qualidade encontrado na versão impressa, além de estruturas químicas visualizáveis para mais de 700 impurezas; perguntas frequentes e funções de busca rápida, favoritos, impressão e para copiar/colar. Cada edição principal e suplemento integram o conteúdo de todas as edições anteriores. Os assinantes receberão atualizações durante o período de assinatura em um novo pendrive cumulativo. Consulte o suporte técnico para pendrive.

Todos os formatos apresentam o novo design simplificado para as monografias novas e revisadas desde a reedição USP 33–NF 28. O novo formato está sendo implementado nos compêndios em fases. Uma edição em espanhol está disponível somente em versão impressa.

Informações sobre assinatura: http://www.usp.org/pt/loja/produtos-e-servicos/usp-nf

2.    Farmacopeia Europeia (Ph. Eur. – European Pharmacopeia – EP)

A partir da 8 ª edição, o acesso também é possível a partir de tablet e smartphone. Os assinantes terão acesso às versões compradas até o final da 8 ª edição (31 de dezembro 2016), mas há a necessidade de renovar a assinatura para acesso contínuo aos suplementos em vigor. Cada atualização é cumulativa.

A Versão USB pendrive torna mais fácil o acesso à Ph. Eur., enquanto o usuário estiver em movimento ou em ambientes onde o uso das versões em livro ou on line seria inadequado ou impraticável. Também é ideal para usuários que possuem mais de um computador. Cada atualização é completamente cumulativa. Veja mais em:

http://www.pharmabooks.com.br/destaques/HotSiteFarmacopeias.aspx?Farmacopeia=European#sthash.s09Q1K5w.dpuf

3.    Farmacopeia Internacional

A Organização Mundial de Saúde (OMS) disponibiliza o conteúdo da 4ª edição da Farmacopeia Internacional on-line para consulta (em inglês). O conteúdo está organizado na forma de sumário, que pode ser salvo e impresso. Vale a pena adicionar aos ‘favoritos’ do seu computador.

A International Pharmacopoeia (Ph. Int.) contempla um rico conjunto de procedimentos recomendados para análise e especificações para a determinação de substâncias farmacêuticas, excipientes, formas farmacêuticas e se destina a servir como fonte de material de referência ou adaptação de qualquer nação membro da OMS que pretenda estabelecer requisitos farmacêuticos, sendo também uma das poucas gratuitas.

Visto que é uma farmacopeia reconhecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, suas monografias podem ser utilizadas largamente quando ausentes monografias na Farmacopeia Brasileira.

Para acessar, utilize o endereço: http://apps.who.int/phint/en/p/docf/

4.    Farmacopeia Japonesa

Desde 2006 a Farmacopeia Japonesa disponibiliza o conteúdo da sua 15ª edição on-line para download. O conteúdo está organizado na forma de sumário, porém, diferentemente da 14ª edição, a 15ª está disponível em um único arquivo. Vale a pena baixar esta farmacopeia gratuita, pois possui muitas novas monografias que não se encontram nas outras farmacopéias.

The Japanese Pharmacopoeia 16th edition está disponível desde 27/02/2012, e também é gratuita. Para acessar, clique:

http://jpdb.nihs.go.jp/jp16e/http://jpdb.nihs.go.jp/jp14e/contents.html

5.    British Pharmacopoeia (BP)

Com conteúdo que só pode ser acessado mediante assinatura, a Farmacopeia Britânica é um compêndio dos mais completos para as farmácias, pois possui descrição de grande quantidade de substâncias utilizadas em farmácia magistral, com métodos analíticos praticáveis.

Acesse:

http://www.4shared.com/file/102559311/dd7e4bbd/British_Pharmacopoeia_2007part1.html
http://www.4shared.com/file/102565519/da5e7a55/British_Pharmacopoeia_2007part2.html

http://www.4shared.com/file/102572429/500652a8/British_Pharmacopoeia_2007part3.html

6.    Farmacopeia Argentina

Esta farmacopeia também é oficialmente aceita pela Anvisa como uma das possiblidades para pesquisas de monografias de insumos. Por meio dos links abaixo, você poderá acessá-la:

http://www.anmat.gov.ar/fna/septima_edicion.htm

http://www.anmat.gov.ar/fna/volumen1.htm

http://www.anmat.gov.ar/fna/volumen2.htm

http://www.anmat.gov.ar/fna/volumen3.htm

7.    Farmacopeia MERCOSUL (Brasil e Argentina)

Finalmente, a Farmacopeia Mercosul, resultado da união dos países componentes do Mercado Comum do Sul, também pode ser acessada por meio dos links:

http://www.anmat.gov.ar/resultados.asp?cx=018082787451070703178%3Arx-vbt5pdfu&cof=FORID%3A10&ie=UTF-8&q=farmacopeia&sa=Buscar&siteurl=http%3A%2F%2Fwww.anmat.gov.ar%2Fwebanmat%2Fvigilancia.asp

Informações importantes

As farmacopeias citadas nem sempre são as de referência que constam nos certificados de na análise dos insumos adquiridos. Dessa forma, é necessário que a farmácia SEMPRE solicite aos seus fornecedores:

1. Cópia da página onde constam as informações sobre cada substância adquirida contendo as respectivas especificações;
2. Cópia da página onde constam os respectivos métodos de análise de cada substância adquirida;
3. Cópia da capa e da página inicial das respectivas farmacopeias.

Tais cópias podem ser escaneadas e enviadas por e-mail para a farmácia. A farmácia deverá montar uma pasta exclusiva de “Especificações de Insumos” e organizá-la por tipo de insumo e, de preferência, por ordem alfabética: ativos, excipientes, cosmecêuticos, alimentícios etc. É dessa forma que se atende à demanda da Visa local.

Para ter um adequado controle das especificações, a farmácia poderá elaborar um sumário dos insumos e compêndios em que se baseiam. Assim, conseguirá controlar mais facilmente as atualizações quando souber de farmacopeias ou compêndios republicados em edições revisadas.

Uma alternativa para obtenção das especificações e métodos de análise dos insumos adquiridos é recorrer a uma universidade próxima e acessar a biblioteca. Obtendo a referência desejada, fotocopie as páginas de capa, primeira página e páginas onde constam informações dos ativos desejados com as especificações e a(s) página(s) do(s) respectivo(s) método(s) analítico(s).

Nota: Atenção deve ser dada à quantidade de fotocópias das publicações. Elas obedecem aos preceitos de direito autoral e, portanto, não é adequado que sejam fotocopiadas páginas em número excessivo ou todo o compêndio. Não existe norma que limita a quantidade de fotocópias por compêndio, mas é padrão internacional que não se fotocopie além de 10% de uma publicação para referências.

Para insumos que não constem em farmacopeias, a farmácia deverá sempre solicitar ao fornecedor cópia do método de análise da substância e respectivas especificações. O fornecedor deverá tê-los em sua base de dados, pois também devem ter solicitado aos respectivos fabricantes de quem importam.

A farmácia deve alimentar o arquivo “Pasta de Especificações de Insumos” a cada vez que adquirir um novo insumo, deixando-o atualizado.

A organização do acervo de referência garante à farmácia trabalhar com a qualidade preconizada e auxilia no cumprimento das Boas Práticas de Manipulação, requisito esse exigido pela Resolução RDC 67, de 08 de outubro de 2007.

Referências

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